Veja a lista das principais doenças ocupacionais

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Uma realidade que as empresas já conhecem é que o excesso de trabalho ou as condições ruins no ambiente de trabalho podem favorecer o adoecimento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 19% de óbitos por diversas doenças estão relacionados a acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais.

Já vimos aqui no blog que as doenças ocupacionais são aquelas que competem ao exercício ou à própria profissão do colaborador, sendo fruto da atividade em si e das condições de trabalho. Em outras palavras, podem ser definidas como qualquer complicação de saúde, seja física ou psicológica, oriunda do trabalho de um profissional.

Mesmo com essa definição, muitas empresas ainda ficam com dúvidas sobre exemplos de doenças ocupacionais. Sabendo que ela é um distúrbio relacionado à rotina laborativa, separamos, no artigo de hoje, alguns exemplos de doenças que se configuram como ocupacionais.

A ideia é que as empresas conheçam essas patologias e, a partir daí, entendam a importância de se trabalhar com foco na prevenção. Ao prevenir doenças ocupacionais, a organização, ao mesmo tempo, melhora o seu desenvolvimento. 

Veja a lista das principais doenças ocupacionais

Características de doenças ocupacionais

Quais são os principais sintomas de uma doença ocupacional? Entender esses sinais pode ajudar as empresas a identificar a doença, como traçar estratégias para preveni-las.

A primeira característica é básica: a doença ocupacional está ligada ao ambiente de trabalho. Em segundo lugar, é possível dizer que não se enquadram como doenças ocupacionais:

  • doenças degenerativas;
  • patologias inerentes ao grupo etário, como o Alzheimer;
  • doenças que não produzam incapacidade laborativa;
  • patologias adquiridas fora do meio corporativo.

Outro ponto é que doenças ocupacionais podem, sim, gerar indenizações e custos para a organização, bem como podem ser causa base ou uma concausa. Por exemplo, se o ambiente laboral é quente e os colaboradores começam a desenvolver hipertensão arterial. 

Exemplos de doenças ocupacionais

Bom, já ficou claro que as doenças ocupacionais são aqueles processos laborais que causam prejuízo à saúde do colaborador. Vimos também algumas patologias que não se enquadram como ocupacionais. Então, quais são as doenças ocupacionais de fato?

Confira quatro dos principais grupos:

Lesão por esforço repetitivo (LER) 

Todas as doenças ocasionadas por movimentos repetitivos, que causam inchaço e outros danos às articulações, são ocupacionais. Um exemplo clássico é a Síndrome do Túnel do Carpo, que surge devido à digitação excessiva. Os sintomas incluem dor e, grande parte das vezes, inchaços nos pulsos.

Auditivas

Muitas indústrias e empresas pecam quando o assunto é ruído. Níveis de decibéis elevados podem causar doença ocupacional caso a organização não proteja a equipe com os equipamentos de proteção individual necessários, como os de abafamento acústico. A exposição a grandes barulhos gera perda auditiva irreversível, entre outras patologias.

Respiratórias

Não é raro encontrarmos indústrias que trabalham com substâncias potencialmente tóxicas para o organismo. Essas empresas precisam se atentar para que os profissionais não inalem tais moléculas. Caso positivo, eles podem sofrer de doenças ocupacionais respiratórias, como a asma.

Psicossociais 

Não menos comum, os transtornos psicossociais atingem o profissional que se sente frustrado e desmotivado devido a, por exemplo, cargas em excesso. Inclusive, neste ano, a OMS classificou o Burnout como um estresse crônico de trabalho que não foi administrado com sucesso.  Ele tem sido uma das maiores preocupações atuais sobre as doenças ocupacionais.

Por que se atentar às doenças ocupacionais?

Basicamente, porque elas prejudicam o todo: os colaboradores e a saúde da empresa. É importante pensar que, ao zelar pela qualidade de vida e bem-estar dos profissionais no ambiente laboral, a empresa também tem ganhos.

O que a empresa pode fazer, afinal?

  • Focar na qualidade de vida no trabalho ao construir um ambiente agradável às equipes;
  • Pensar na retenção e atração de talentos, lembrando que empresas que cuidam da saúde dos profissionais são atraentes no mercado de trabalho;
  • Desenvolver ações que prezem pelo bem-estar físico e psíquico das equipes, mantendo a mente e o corpo em harmonia. Consequentemente, a capacidade produtiva de cada talento aumentará;
  • Manter os colaboradores preenchidos com senso de propósito e pertencimento;
  • Respeitar a forma de trabalho de cada profissional;
  • Incentivar o feedback, criando uma atmosfera mais saudável;
  • Promover encontros sociais e oferecer espaço para descanso;
  • Investir em programas de prevenção de riscos;
  • Incentivar e fiscalizar o uso de equipamentos de proteção.

Em resumo, é preciso entender que a prevenção é o melhor remédio. Por isso, vale a pena investir em ações como as citadas acima e em ferramentas especializadas que fortaleçam o bem-estar integral dos colaboradores.

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Diante disso, que tal ter uma ferramenta que te permite conhecer pessoas por meio de ciência e dados, como o teste de personalidade MAPA?

O nosso teste psicológico é aprovado pelo CFP e consegue identificar riscos de doenças ocupacionais por meio de indicadores específicos. Além disso, ele busca entender as disposições de comportamento e posicionamento do colaborador  na sua rotina de trabalho. 

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